ÉTICA NA PROPAGANDA

Obrigado pelo carinho Samea, eu resolvi elaborar um post baseado na sua pergunta, mesmo sendo uma questão rasa, do ponto de vista administrativo, ela tem certa concatenação com os temas que serão abordados neste instrumento, e porque não, começar esta jornada pela ética. Pois bem.

 

Não faz sentido perguntar se a Mídia é ética, como não faz sentido perguntar se a economia, a publicidade, a contabilidade, as profissões, as ciências são éticas, esta questão excede o campo da ética, eu diria, citando o Prof. Oriovisto Guimarães, que elas são Aéticas.

Coloque estas ciências e profissões em um mesmo patamar onde você encontra os fenômenos da natureza e perceba que estes e aqueles não são éticos nem antiéticos, eles são AÉTICOS. Assim como a política, que em sua descrição resumida significa "a arte do relacionamento", posso afirmar que em sua essência a política é AÉTICA. Ela supera o conceito de ética.

Como exemplo pode citar a tragédia em santa Catarina recentemente, e me responda se aqueles acidentes são éticos ou antiéticos. Justo que não, eles são Aéticas.

 

Então... Como responder?

 

É bem assim:

A mídia, ou a propaganda e a publicidade, o marketing, etc., para existir estes precisam de profissionais e estas pessoas, em essência também são Aéticas, mas podem corromper-se, saindo deste patamar e descendo para a ética ou afundando em antiética. Pessoas são corruptíveis e extremamente voltadas para seu próprio interior, e com isso surgiram profissionais em mídia e comunicação que não se importam com o resultado de suas ações, pensam em resultados e nada mais, sem se importar no que o resultado desta ou daquela campanha possa trazer para a imagem do próprio cliente, exploram nichos de mercado de forma condenável e até mesmo ilegal, não só do ponto de vista ético, mas do social e até mesmo penal.

A falta de ética destas pessoas tem nos brindado com o passar do tempo com estereótipos merecidos, quando um profissional de mídia aparece na TV ou no cinema, são retratados como gordos, mulherengos, viciados e inescrupulosos. Merecemos isso? Acho que sim. Enquanto desvirtuam a essência da propaganda que foi criada para levar informação, e que hoje serve apenas para mascarar sonhos estes deturpadores do conhecimento se tornam responsáveis ou co-autores da miséria, dos vícios, do crime, dentre outros.

 Samea, este tema é deveras instigante e te peço permissão para abordá-lo futuramente com uma explanação mais profunda, pois se eu passar disso neste momento estarei expressando mais ainda minha opinião, e no momento prefiro abster-me.

 

Sem mais para o momento

Bom Dia,Boa Tarde e Boa Noite!

Um Abraço todo especial ao Departamento Contábil do Hospital Santa Genoveva em Goiania, especialmente à Auditoria Fiscal na pessoa da ilustrissima Nara Morales.

Estes dias fiquei imaginando como abriria este blog, este é realmente um instrumento de comunicação de massa mas o que os possiveis leitores leem, muito pouco vai modificar suas vidas, mas o que escrevo pode e irá retornar a im em forma de uma lança pontiaguda perfurando meu peito fraco e caridoso. Mas também corro o risco prezeiroso de receber de volta eventuais flores talvez uma apenas a cada 2 anos, mas é justamente em busca desta flor que irei abrir meu cérebro para que todos possam "chupar" um pouco do que aprendi. Inicia-se aqui o ADMINISTRE!

 

Abro aqui a oportunidade para quem se sentir interessado expor suas dúvidas à respeito das ciências organizativas, em suma, Administração, RH, Marketing, Publicidade, Gerenciamento e afins.

O que é ANACOLUTO?

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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Anacoluto, ou frase quebrada, é uma figura de linguagem que, segundo a retórica clássica, consiste numa irregularidade gramatical na estrutura de uma frase, como se começássemos uma frase e houvesse uma mudança de rumo no pensamento - por exemplo, através do desrespeito das regras de concordância verbal ou da sintaxe. Muito frequente na oralidade, onde poderá ser apenas considerado como um erro de construção frásica, num texto escrito dá a sensação de espontaneidade. Na frase de Almeida Garrett, "Eu, também me parece que as leio, mas vou sempre dizendo que não", o termo "eu" é posto em destaque, desligado dos outros elementos sintáticos - no resto da frase, através de uma elipse (o "eu" passa a estar apenas subentendido). Da mesma forma, em "a minha roupa, levo-a sempre àquela lavandaria", frase típica do discurso oral, o termo "a minha roupa" aparece desligada do resto da frase, onde é substituído por um pronome. Muitos autores actuais, contudo, já não classificam estes exemplos como sendo anacolutos porque consideram que não são resultado de qualquer inconsistência sintática, mas apenas um recurso de ênfase. Segundo estes mesmos autores, existe anacoluto quando se forma uma frase incompleta, com parte do enunciado suspenso. Por exemplo: "Não me digas que..." - frase em que se omite o final, atenuando algo que convém não dizer alto e explicitamente, por diversas razões, permitindo uma infinidade de significados para a frase, ainda que o seu sentido seja facilmente apreendido pelo receptor, se estiver devidamente contextualizado.

É um recurso de retórica frequente nos autores que utilizam o fluxo de consciência, como James Joyce. É também muito utilizado por Guimarães Rosa, como forma de retratar a fala coloquial típica dos moradores do sertão.

Quebra da estrutura sintática da frase pela inserção de um termo solto ou pela mudança abrupta de uma determinada construção sintática.

Exemplo: "O homem, chamar-lhe mito não passa de anacoluto" (Carlos Drummond de Andrade)

 

Com isso venho apresentar esta ferramenta de comunicação com intuito de mudar a linha de pensamento pessoal ou empresarial de qualquer ser interssado em aprender ou ensinar, o anacoluta quebra essa linha de pensamento secular sem se interessar em ser um marco, ou algo do tipo, mais que isso é um desabafo profissional de quem gostaria de mudar o mundo, mas nao conse4gue mufdar nem a maneira de se deitar quando dorme. pretenção esclarecida, metas traçadas e blog no aa. LET'S GO!

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